1. Triangulação no P2P
O golpista vende USDT comprado com dinheiro roubado de um terceiro. O pagamento chega de uma conta que não é do comprador; quando a vítima do roubo aciona o banco, a transferência é contestada e você já liberou o cripto. Sinal: o titular do Pix não bate com o perfil da exchange. Regra: só aceitar pagamento em nome (CPF/CNPJ) da própria contraparte.
2. Fundos sujos que congelam você
Pagam com USDT vindo de fraude. Dias depois o endereço cai na lista negra e o congelamento te alcança. Regra: verificar a carteira da contraparte antes de aceitar — score, congelamento e contatos recentes.
3. Token falso "USDT"
Qualquer um pode criar um token chamado USDT. Mostram um depósito de um token clonado que não vale nada. Regra: confirmar que o contrato é o oficial da Tether (o que nosso verificador valida na TRON), sem confiar no nome exibido no app.
4. O "aperto de mão" ou depósito de confiança
Pedem um pequeno envio "para confirmar a carteira" antes de um negócio grande que nunca acontece. Regra: ninguém legítimo precisa que você envie primeiro.
5. Envenenamento de endereços
Enviam valores ínfimos de um endereço quase idêntico a um que você usa, esperando que você o copie do histórico no próximo envio. Regra: nunca copiar endereços do histórico; conferir os 6 primeiros e 6 últimos caracteres.
6. Liberação antecipada
Pressão, comprovantes falsos e histórias de urgência para você liberar antes de confirmar o pagamento. Regra: o dinheiro NA SUA conta, conferido por você, ou não há liberação.
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